O que as famílias dizem depois que chegam ao rancho
Não há propaganda melhor do que a palavra de quem viveu — e vive — a experiência. Aqui estão algumas histórias compartilhadas pelas famílias do Rancho Aconchego.
Voltar ao InícioO que as famílias compartilham
Depoimentos de filhos, cônjuges e próprios moradores — em palavras que são deles, não nossas.
"Minha mãe ficou aqui pela primeira vez na Estadia de Visita — foi ideia nossa, com um certo nervosismo de como ela ia reagir. Na hora do almoço, ela já estava na varanda conversando com outro morador como se conhecessem há anos. Ela me ligou à tarde para dizer que queria ficar mais um tempo."
Junho de 2025"Vim parar aqui depois que perdi minha esposa. Achei que não ia gostar de morar com gente que não conheço. Mas aqui funciona diferente — é tranquilo, ninguém me pressiona a nada. Acordo quando quero, tomo meu café na varanda, cuido da horta de tarde. É uma vida boa."
Maio de 2025"Meu pai não queria largar a casa dele, mas ficava sozinho demais durante a semana. O Dia no Campo foi a solução que ninguém tinha nos oferecido antes. Ele vai toda segunda e quarta, almoça, caminha, joga dominó. Chega em casa diferente — mais animado. Recomendo sem hesitar."
Junho de 2025"A parte que mais me surpreendeu foi a comida. Pensei que seria uma coisa genérica, mas é refeição de vó mesmo — feijão, arroz, frango assado. Minha mãe sempre foi muito ligada à cozinha e reclamaria se não fosse boa. Ela não reclama."
Maio de 2025"Tenho 78 anos e vim morar aqui há quase dois. Minha família ficou preocupada no começo — eu também. Mas o rancho tem um jeito de ser que me deixa à vontade. Ninguém me trata como se eu fosse frágil. Me tratam como pessoa."
Junho de 2025"O que mais me tranquiliza é poder ligar a qualquer hora e alguém que conhece meu pai atender. Não existe central de atendimento, não tem protocolo. Fala com a Rosa ou com o Luiz diretamente. Isso vale muito quando você mora longe e fica preocupado."
Maio de 2025Histórias que vale contar
Cada chegada ao rancho tem uma história por trás. Algumas das famílias autorizaram compartilhar a delas.
Isolamento após a viuvez
Seu Roberto, 74 anos, perdeu a esposa e passou a viver sozinho em Caxias do Sul. Os filhos moravam em outras cidades. A rotina foi ficando muito solitária.
Estadia de visita, depois residência
A família agendou uma Estadia de Visita de dois dias sem contar ao pai que podia se tornar residência permanente. Ele gostou tanto que perguntou se poderia voltar.
Seis meses depois
Mora no rancho há mais de um ano. Cuida da horta de tarde, joga baralho com outros moradores, recebe os filhos nos fins de semana. "Não sei por que não vim antes", disse ele.
"Eu tinha medo de perder minha independência. Aqui, encontrei mais dela do que tinha em casa."
— Roberto F., morador desde fevereiro de 2024Solidão durante o dia, sem querer sair de casa
Dona Irene, 81 anos, insistia em morar na própria casa, mas ficava sozinha das 8h às 18h enquanto a filha trabalhava. A rotina estava pesada para as duas.
Dia no Campo, duas vezes por semana
A família optou pela modalidade diurna. Dona Irene vai ao rancho toda terça e quinta. O transporte é coordenado pela equipe, o que aliviou muito a logística da filha.
Quatro meses depois
Dona Irene dorme melhor, come melhor nos dias que vai ao rancho e tem assunto novo para conversar em casa. A filha relata uma melhora visível no humor geral da mãe.
"Ela volta diferente nos dias que vai ao rancho. Mais animada, mais falante. É como se o dia tivesse valido."
— Ana Paula R., filha de participanteFale com quem conhece o rancho por dentro
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Caxias do Sul, RS
Sáb: 8h–12h
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